
Março de 2010

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O
esquilo-vermelho ou
esquilo-vermelho-eurasiático (
Sciurus vulgaris) é uma
espécie de esquilo pertencente ao
género Sciurus. É um
roedor omnívoro que habita
árvores, sendo muito comum por toda a
Eurásia.
Em
Portugal, o
esquilo-vermelho desapareceu no
século XVI, mas nos anos 1990 populações vindos da
Espanha voltaram a colonizar o norte do país.
[1] Na
Grã-Bretanha e
Irlanda os seus números têm decrescido, em parte devido à introdução do
esquilo-cinzento americano (
Sciurus carolinensis)
[2] e também devido à baixa manutenção do seu
habitat. O esquilo-cinzento foi também introduzido no norte da
Itália, e há o risco de que também nessa região ocorra a competição com a espécie nativa européia.
O esquilo-vermelho tem um
comprimento típico de 19 a 23 cm (excluindo a cauda), uma
cauda entre 15 e 20 cm de comprimento e um peso entre 250 e 340 g. Não apresenta
dimorfismo sexual, pois machos e fêmeas têm o mesmo tamanho. Pensa-se que a longa cauda do esquilo o ajuda a manter o
equilíbrio e postura quando salta de
árvore em árvore e corre ao longo de
ramos, podendo também ajudar o animal a manter-se quente durante o
sono
A cor da
pelagem do esquilo-vermelho varia com a
estação e a sua localização. Existem diversas variantes, do preto ao vermelho. A pelagem vermelha é mais comum na Grã-Bretanha; noutras partes da
Europa e
Ásia, coexistem diferentes pelagens nas mesmas populações. O ventre é sempre branco-creme. O esquilo-vermelho muda o pelo duas vezes por ano, tomando uma pelagem mais espessa e escura e adquirindo tufos de pelo nas orelhas entre agosto e novembro. Os tufos de pelo são uma característica específica do esquilo-vermelho. Possui em geral uma coloração mais clara e avermelhada que o esquilo-cinzento americano ou o esquilo-vermelho americano.
Possui, também,
garras aguçadas e encurvadas que permitem trepar às árvores, mesmo que os ramos estejam caídos.
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